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sábado, 25 de fevereiro de 2017






O Programa Extra-Classe, do Sinpro Minas, que vai ao ar neste sábado (25), às 10h, na Rede Minas, coloca em destaque um carnaval de luta que ocupa as ruas da cidade com muitas cores, ritmos e bandeiras. O programa mostra como, ao som dos tamborins e com forte tonalidade política, vários blocos promovem ensaios e desfiles que repensam o uso da cidade e seus dilemas. Uma manifestação da cultura popular que reivindica um mundo mais justo e diverso.
Essa coloração política não e restrita a Belo Horizonte. Basta ver a letra do enredo do bloco Tô no Vermelho, de Juiz de Fora, também em Minas Gerais:
“Agora, minha gente, 
é proibido aposentar
Quá quá quá… quá quá quá
(Só rindo pra não chorar)”

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

CTB lança campanha nacional para denunciar o desmonte da Previdência; acesse aqui e divulgue!



A Proposta de Emenda Constitucional 287 já está tramitando no Congresso Nacional e sua aprovação irá revogar direitos históricos da classe trabalhadora. Há um ano a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) vem alertando a sua base sindical e a população em geral sobre os riscos que todos nós corremos se a reforma for aprovada no Congresso da maneira como está.

Para reforçar esta resistência, além de muita mobilização pelo país, a CTB produziu uma campanha nacional para responder à propaganda oficial do governo e desmontar dados falaciosos divulgados, como o suposto déficit da previdência social, que é amplamente desmentido por especialistas.
Com o mote “É o fim do mundo!”, a campanha vai abordar os principais temas que ameaçam os direitos da classe trabalhadora. O primeiro da série é “Acabar com a Previdência. É o fim do mundo!”, seguido da convocação: “Lutar agora para garantir a sua aposentadoria”. Em diferentes formatos, as chamadas estarão em mídias virtuais (redes sociais e Portal CTB) e físicas (cartazes, outdoors e camisetas).

Para a secretária de Comunicação da CTB, Raimunda Gomes, a campanha é de fundamental importância para a aglutinação de forças junto aos diversos segmentos da sociedade.
"A tarefa de cada um é divulgar, debater e esclarecer as artimanhas da proposta golpista, que não só retira direitos e nivela por baixo as aposentadorias, como desmonta o projeto de seguridade social que temos hoje. Essa reforma visa sucatear a previdëncia pública para fortalecer os fundos de previdência privada, ou seja, é farrear com o dinheiro alheio", denuncia.

A CTB também está distribuindo uma cartilha informativa, com explicações detalhadas sobre os efeitos da mudança nos diferentes segmentos da população e na economia do país como um todo.
O presidente nacional da CTB, Adilson Araújo, vê na campanha um reforço importante no combate às políticas retrógradas da atual gestão. “Nossa luta segue firme contra a agenda antipovo proposta por Michel Temer. Nossa bandeira primordial é resistir a todo custo. Não há nada que nos faça abrir mão das conquistas históricas da classe trabalhadora”, afirma.

Portal CTB

Link: http://portalctb.org.br/site/noticias/brasil/31604-ctb-lanca-campanha-nacional-para-alertar-e-esclarecer-sobre-os-riscos-da-reforma-da-previdencia

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Sinpaaet inaugura Espaço Cultural com debate sobre mídia e educação



Sem a mídia a sociedade viveria à margem da realidade. Assistir ao noticiário na TV, ouvi-lo no rádio ou ler as últimas notícias que acontecem na sua região são hábitos cotidianos que devem ser cultivados de maneira saudável.
Com o advento da internet vivemos com intensidade uma era tecnológica que nos permite acompanhar em tempo real acontecimentos registrados no mundo inteiro. E tudo isso, é claro, tem impactado nossa sociedade.
A influência da mídia sobre todos nós resulta em amplo debate. Muitos a consideram positiva, outros classificam-na como negativa, outros ainda questionam-se como filtrar o bom do mal jornalismo. Mas de que maneira podemos tirar proveito dos benefícios da mídia – especialmente no que diz respeito à educação?

Em meio a protestos e forte repressão, deputados aprovam venda da CEDAE



Mais um golpe foi dado no trabalhador fluminense! Agora, a água e o saneamento básico, direitos fundamentais de todo ser humano, serão privatizados Dos 69 parlamentares presentes, 41 votaram a favor e 28 contra a privatização, que prevê a garantia para empréstimo de R$ 3,5 bilhões ao Estado para pagamento dos servidores e amenizar a aguda crise. O Secretário de Comunicação e Imprensa da CTB-RJ, e trabalhador da CEDAE, Paulo Sérgio Farias, manifestou a opinião da central classista sobre esse ataque ao povo do Rio de Janeiro:

“A posição da CTB é clara. A CTB, desde a primeira manifestação da categoria, se posicionou contra a privatização da CEDAE. A privatização da CEDAE só atende aos interesses do governo privatista e golpista de Michel Temer, para fazer jus ao golpe que deu e pagar a conta das empresas que financiaram o golpe aqui no Brasil. Além disso, é uma chantagem que o governo federal fez com o governo do Estado para sair da crise financeira causada pelo próprio governo do PMDB. Aqui, com a privatização da CEDAE, se dá início a um processo criminoso das empresas estaduais de saneamento no Brasil inteiro e, consequentemente, entregar nossa riqueza, a água, para empresas internacionais. Por isso a CTB está na rua, com os trabalhadores da CEDAE, conclamando o povo a resistir ao desmonte do Estado e à Privatização da CEDAE”.

O MUSPE (Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais), que desde cedo reuniu milhares de manifestantes em frente à ALERJ, classifica a venda da companhia como um grande erro e afirma que o estado não pode abdicar de seu único ativo devido à “má gestão”.
Após a aprovação do projeto de privatização da Cedae, centenas de manifestantes que estavam em frente à Assembleia Legislativa do Rio (ALERJ) seguiram para o prédio da companhia na Avenida Presidente Vargas, na Cidade Nova. A via foi interditada e, mais uma vez, o Batalhão de Choque da PM lançou bombas de efeito moral contra os trabalhadores e demais manifestantes.
Antes, os manifestantes estavam na Rua Primeiro de Março, em frente à Casa, que foi interditada pela manhã.
Confira como os deputados votaram:
A favor
Contra
Ana Paula Rechuan (PMDB)
André Ceciliano (PT)
André Corrêa (DEM)
Aramis Brito (PHS)
Átila Nunes (PMDB)
Benedito Alves (PRB)
Carlos Macedo (PRB)
Chiquinho da Mangueira (PTN)
Conte Bittencourt (PPS)
Coronel Jairo (PMDB)
Daniele Guerreiro (PMDB)
Dica (PTN)
Dionísio Lins (PP)
Doutor Gotardo (PSL)
Edson Albertasse (PMDB)
Fábio Silva (PMDB)
Fatinha (Solidariedade)
Marco Figueiredo (PROS)
Filipe Soares (DEM)
Geraldo Pudim (PMDB)
Gil Vianna (PSB)
Gustavo Tutuca (PMDB)
Iranildo Campos (PSD)
Jânio Mendes (PDT)
João Peixoto (PSDC)
Jorge Picciani (PMDB)
Marcelo Simão (PMDB)
Marcia Jeovani (DEM)
Marcos Abraão (PT do B)
Marcos Muller (PHS)
Marcus Vinicius (PTB)
Milton Rangel (DEM)
Nivaldo Mulin (PR)
Paulo Melo (PMDB)
Pedro Augusto (PMDB)
Rafael Picciani (PMDB)
Renato Cozzolino (PR)
Rosenverg Reis (PMDB)
Tia Ju (PRB)
Zé Luiz Anchite (PP)
Zito (PP)
Bebeto (PDT)
Bruno Dauaire (PR)
Carlos Lins (sem partido)
Carlos Osório (PSDB)
Cidinha Campos (PDT)
Doutor Julianelli (Rede)
Eliomar Coelho (PSOL)
Enfermeira Rejane (PC do B)
Flávio Bolsonaro (PSC)
Flávio Serefini (PSOL)
Geraldo Moreira da Silva (PTN)
Gilberto Palmares (PT)
Jorge Felippe Neto (DEM)
Lucinha (PSDB)
Luiz Martins (PDT)
Luiz Paulo (PSDB)
Marcelo Freixo (PSOL)
Márcio Pacheco (PSC)
Martha Rocha (PDT)
Paulo Ramos (PSOL)
Samuel Malafaia (DEM)
Silas Bento (PSDB)
Tio Carlos (SDD)
Wagner Montes (PRB)
Waldeck Carneiro (PT)
Wanderson Nogueira (PSOL)
Zaqueu Teixeira (PDT)
Zeidan (PT)
* O deputado Dr. Deotalto (DEM) não compareceu a votação

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Sem aulas, Uerj e outras universidades públicas do Rio correm risco de fechar

Professores e funcionários com salários atrasados e falta de pagamento de serviços terceirizados impedem retorno dos estudantes

UerjO início das aulas para alunos da graduação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), que deveria ocorrer ontem (13), foi adiado pela quinta vez, agora sem data determinada para acontecer. As outras duas instituições do estado, a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) e Universidade Estadual da Zona Oeste (Uezo) também estão com as aulas suspensas. 
Mais de 30 mil alunos estão sem aulas e os campi universitários correm o risco de fechar as portas devido a falta do repasse de verbas por parte do governo de Luiz Fernando Pezão (PMDB). Segundo Tânia Maria de Castro Netto, sub-reitora da graduação da Uerj, funcionários e professores estão com salários atrasados e serviços terceirizados, como coleta de lixo, manutenção, e o restaurante universitário também não estão funcionando por falta de pagamento. As aulas só serão retomadas após o governo restabelecer condições básicas para o funcionamento do campus, o mesmo valendo para as outras duas estaduais. 
"A primeira condição é que o governo nos envie um calendário de pagamento das nossas bolsas estudantis e das outras modalidades de bolsas. Segundo, que nos sinalize com um calendário de pagamento dos nossos salários e do décimo terceiro. Terceiro, que também nos envie uma sinalização concreta, real, do pagamento das empresas terceirizadas", diz a sub-reitora. 
Com porta do risco de fechamento, trabalhadores da Uenf protestaram ontem para demonstrar o impacto do descaso do governo do Rio de Janeiro com a educação superior.
"Os nossos alunos são filhos de camponeses, de trabalhadores, eles têm um outro perfil. É ver frustrado o sonho de milhares de famílias no norte fluminense que tem talvez o seu primeiro filho a entrando numa universidade pública", afirma a professora de Sociologia Luciane Soares. 
Amanhã (15), a partir das 17h, diversos artistas estarão reunidos na Concha Acústica da Uerj para um show em defesa das universidades públicas. 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Justiça suspende venda de gasoduto da Petrobras

 


A entidade argumenta que a Petrobras não observou as normas de licitação no processo de desinvestimento, o que teria gerado prejuízo à estatal. Alegou ainda que o negócio gera risco de dano irreparável, "pois se a alienação se consumar, talvez não possa vir a ser desfeita, em razão da indenização que a empresa poderia se ver obrigada a pagar ao terceiro de boa-fé que comprasse aquele bem".

Na fundamentação, o juiz de Sergipe Marcos Antônio Garapa de Carvalho concordou com o sindicato e alegou que o procedimento utilizado pela Petrobras no negócio parece não atender aos princípios republicanos da “legalidade, impessoalidade, publicidade e eficiência”. “A empresa não comprovou ter havido ampla publicidade da oferta daquele ativo para venda, o que certamente atrairia mais interessados e poderia determinar a elevação do preço".

Luciana Santos: É preciso enfrentar a agenda retrógrada contra o povo





fonte: vermelho.org

TRIBUNAL DE CONTAS APONTA IRREGULARIDADES NO RIOPREVIDÊNCIA

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O Tribunal de Contas do Estado encontrou irregularidades em operações financeiras de mais de R$ 18 bilhões no Rioprevidência.  Um aporte de R$ 6,6 bilhões gerou dívida de R$ 18,3 bilhões para os combalidos cofres do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência). O Tribunal de Contas do Estado (TCE) identificou que foram feitas vendas de ativos dos royalties do petróleo para Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil e instituições internacionais. As operação começaram a partir de 2013 e foram colocadas sob suspeitas pelos auditores responsáveis por inspecionar os documentos.
Para operar em Delaware, nos Estados Unidos, o Rioprevidência criou empresas. Os contratos foram feitos com cláusulas exorbitantes e comprometimento de até 60% dos royalties do petróleo até 2020.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

REFORMA TRABALHISTA DE TEMER FARÁ BRASILEIROS TRABALHAREM MAIS 344 HORAS POR ANO

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A Reforma Trabalhista que o governo Temer encaminhou ao Congresso deve ser apreciada pelos parlamentares até o meio do ano, antes do recesso. A informação foi dada pelo ministro do Trabalho Ronaldo Nogueira. Caso o Projeto de Lei 6.787/2016 seja aprovado na íntegra pelos parlamentares, o brasileiro deve se preparar para trabalhar mais horas. De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o empregado pode trabalhar, no máximo, 2.296 horas por ano. Mas se depender do governo, ele terá a jornada anual aumentada em 344 horas. Ou seja, vai trabalhar ao todo 2.640 horas.
O PL prevê ainda mudanças na forma de remuneração, o parcelamento das férias e o trabalho em home office (em casa). Esses aspectos poderão ser negociados diretamente entre sindicatos e empresas, de acordo com o projeto. Além disso, a proposta facilita a criação vagas temporárias e em tempo parcial, que dão menos direitos a funcionários e que podem tomar o lugar dos empregos tradicionais.

A indicação de Alexandre de Moraes para o STF é o gesto mais violento de Temer até hoje

O governo Temer conseguiu superar seu próprio nível de cinismo nesta segunda-feira (6) ao anunciar para uma cadeira do Supremo Tribunal Federal o atual ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. Apesar do pouco tempo de carreira no Judiciário e da filiação partidária ao PSDB, Moraes foi considerado uma escolha “incontestável” por Michel Temer.
A escolha da palavra “incontestável” é sintomática deste governo - o mesmo que empurrou goela abaixo a PEC 55, que enforca o orçamento da Saúde, da Ciência e da Educação, ou a reforma-relâmpago no Ensino Médio. É provável que aponte a mesma relação de submissão do Congresso na apreciação dessa decisão, já que Moraes precisará ser sabatinado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e pelo Plenário do Senado. As conversas de bastidores indicam exatamente isso: que a indicação agrada juristas e o meio político próximo de Temer, e que teria respaldo dos líderes partidários. Algo que tornaria improvável a possibilidade de veto.
A falta de uma carreira com solidez, no entanto, dá à nomeação um caráter suspeito, especialmente dado o contraste com a imponência jurídica de seu antecessor, Teori Zavascki. Ao contrário de Zavascki, que foi promovido de sua cadeira do Superior Tribunal de Justiça para o STF, Moraes trilhou uma carreira política dentro do Poder Executivo. Como membro do PSDB, foi promotor de Justiça, secretário de Segurança Pública e secretário de Justiça no Estado de São Paulo, mas jamais juiz. Ascendeu ao Ministério da Justiça junto com o golpe de 2016.
Justiça sanguinária
Apesar de ter produzido livros muito populares sobre Direito Constitucional como professor, Alexandre de Moraes é expoente de um pensamento reacionário e violento em sua atuação na segurança pública. Como Secretário de Segurança de Geraldo Alckmin, manteve a linha de truculência da Polícia Militar no estado, galgando o maior índice de letalidade policial da história recente: 798 mortos em 2015, um quarto de todas as mortes em São Paulo.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

ARTIGO – MARCIO AYER: “VAI DAR PARA SE APOSENTAR OU VAMOS MORRER TRABALHANDO?”

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Temer é ensaboado, não dá pra acreditar no que ele diz. Principalmente quando a gente vê como são rasteiros os argumentos do seu governo para mexer num sistema de Previdência Social que, hoje, garante a renda única de mais de 30 milhões de brasileiros. Com tanta história contada pela metade e tanta desinformação circulando por aí, todo mundo quer saber: Será que gente vai conseguir se aposentar? Precisava mesmo mexer na Previdência agora?
O governo diz que a Previdência dá prejuízo e que sem reformas vai quebrar. Uma mentira cascuda! Entenda. A Previdência faz parte do sistema mais amplo da Seguridade Social, no qual estão outras áreas importantes, como a Saúde e os programas sociais. A soma dos orçamentos dessas áreas ficou no azul em quase todos os anos recentes, chegando à incrível marca de R$ 76 bilhões de “lucro” em 2013.
Para te convencer de que existe o tal “rombo”, além de omitir este “detalhe”, a turma do Temer considera como verbas da Previdência apenas a soma das contribuições de trabalhadores e empresas ao INSS, da qual descontam o pagamento das aposentadorias. Feita dessa forma, a conta dá prejuízo. Mas só porque eles “esquecem” de somar outras fontes de receita, como parte da grana arrecadada pelas loterias e impostos federais como Cofins e CSLL, que o governo por lei é obrigado a transferir para a Previdência. E também porque bilhões de reais saem dos cofres da Previdência para cobrir outras despesas do governo como, principalmente, o pagamento de dívidas junto aos bancos. Sacou o tamanho do problema?

Luciano Siqueira: Batalha pontual de enorme relevância


Foto: Câmara dos Deputados
  
 - Justamente porque não se trata de um simples "detalhe", respondo.

- Em que podem ajudar Rodrigo Maia e Eunício Oliveira, se ambos são governistas?, ele insiste.

- O essencial, nesse caso, não é se são governistas ou não. Na atual correlação de forças, em ambas as Casas, impossível ter um candidato à presidência oriundo da oposição com chances de vencer.

E sigo argumentando que o cumprimento do Regimento e o respeito ao exercício da oposição são indispensáveis precisamente neste momento tão adverso. Entre Rodrigo e Eunício e candidatos do "centrão", inspirados nas concepções e práticas de Eduardo Cunha, há uma diferença enorme.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

VIOLÊNCIA CONTRA O POVO: ESTADO REPRIME MANIFESTANTES NA ALERJ

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O povo do Rio de Janeiro tomou as ruas mais uma vez contra o pacote de maldades do Governo do Estado e contra a privatização da CEDAE em ato organizado pelo MUSPE, do qual a CTB-RJ também se fez presente. Milhares de trabalhadores e trabalhadoras tomaram as ruas do centro da cidade contra a nova versão do pacote de maldades do governo do Estado. As diferenças para o anterior não existem e, mais uma vez, Pezão tenta colocar na conta do trabalhador a crise causada pelos governos do PMDB. Tragédia e Farsa são dois conceitos perfeitos para retratar o que acontece no Rio de Janeiro.
Liderado pelo Muspe, o protesto é o terceiro ato do ano contra as medidas de ajuste nas contas do estado, o primeiro na Assembleia. Os parlamentares não votarão nada nesta quarta-feira, mas será apresentado, a partir das 13h, o projeto do governo estadual que prevê medidas como o aumento da tarifa fixa previdenciária de 11% para 14%, além de uma alíquota extra de mais 8% durante três anos, prorrogáveis por mais três. O ato foi reprimido com violência, o que gerou críticas do Secretário de Comunicação e Imprensa da CTB-RJ, Paulo Sérgio Farias, que afirmou:
“O Governo do Estado e a Assembleia Legislativa comandada por Jorge Picciani acabou com o ato unificado dos servidores com o uso de bombas de gás de efeito moral, lacrimogênio sobre milhares de trabalhadores que protestavam de forma pacífica contra o pacote de maldades do governo Pezão, contra as medidas que tão sendo impostas contra o povo brasileiro pelo Governo Golpista de Michel Temer, contra as mudanças na Previdência Estadual e, principalmente, contra a privatização da CEDAE. O Governo, de forma autoritária, reprime uma manifestação que ocorria de forma pacífica. A CTB-RJ condena essa atitude que lembra os piores anos da ditadura.”

"Milhares de municípios irão quebrar", diz Carneiro ao denunciar desmonte da Previdência. Assista!

Milhares de municípios irão quebrar. O suposto rombo tão falado não passa de uma mentira que camufla os reais objetivos com a tal reforma da Previdência", afirmou Pascoal Carneiro, secretário nacional de Previdência, Aposentados e Pensionistas, ao denunciar desmonte da Previdência.
Durante entrevista à TV CTB, Carneiro falou sobre a perversidade do fim da aposentadorias especial. "Alguém já se perguntou como ficarão os nossos professores e professoras? E os funcionários da iniciativa privada que trabalham em altos fornos? Eles não conseguem fazer sua tarefa por mais de 20 anos", alertou.
Ele também destacou o impacto para os trabalhadores e trabalhadoras rurais. "Como cobrar desses lutadores e lutadoras que iniciam a vida no campo aos seis, sete anos que contribuam até os 65 anos? Eles vão morrer antes disso", asseverou. 


A entrevista faz parte de um especial #REFORMADAPREVIDÊNCIANÃOque será publicado pela TV CTB neste mês de fevereiro. Acompanhe!