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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

NOTA DA CTB-RJ SOBRE O FUNCIONALISMO PÚBLICO DO RJ

O funcionalismo público estadual está ameaçado de pagar a conta da crise econômica e financeira do Estado do Rio. O governador Pezão enviou projeto de lei que aumenta descontos e retira direitos.
A crise não foi produzida pelos trabalhadores da esfera pública e nem pelos trabalhadores da esfera privada.
A má gestão dos recursos públicos é a verdadeira natureza da crise. Até mesmo o petróleo não é o vilão dessa história. A queda do valor do barril já estava dada muito antes de 2015. Por que a inteligência governamental não se planejou para está situação com antecedência? A resposta está na opção, dos sucessivos governos estaduais, de gastar os royalties do petróleo sem o menor controle social.

Tirar a autonomia dos professores é a meta do Banco Mundial!

Terminou na segunda-feira, dia 15 de fevereiro, o prazo para resposta ao Aviso de Manifestação de Interesse para candidatos em ocupar a função de consultor individual especialista em Língua Portuguesa e Linguística com o objetivo de formar “...professores da SME na CORREÇÃO PADRONIZADA DE PRODUÇÕES TEXTUAIS DOS ALUNOS E MONITORAMENTO E AUDITORIA DESSAS CORREÇÕES.” (D.O. de 07 de janeiro de 2016).

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Pedagogia histórico-crítica: um salto de qualidade na formação do CES

 

Em 2016, o professor Dr. Dermeval Saviani completa 50 anos de magistério. Em 2017, sua irmã Drª Nereide Saviani também completará 50 anos de magistério.  Ambos se destacam como professores pelo compromisso que têm com a formação de seres humanos que sejam capacitados, críticos e inseridos na luta pela construção da sociedade socialista.

Dermeval Saviani é atualmente professor Emérito da UNICAMP e Coordenador Geral do Grupo Nacional de Estudos e Pesquisas “História, Sociedade e Educação no Brasil” – HISTEDBR e desde o início da carreira, com suas preocupações sistemáticas com a educação, vem abrindo caminhos para o florescimento e o desenvolvimento da Pedagogia Histórico-Crítica.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Resenha do livro de Jessé Souza, A Tolice da Inteligência Brasileira

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Qual é a tolice da inteligência brasileira?

por Rafael Pizzato Vier, no GGN

Acabo de ler o livro de Jessé Souza e vou arriscar fazer um resumo de sua tese principal.

Indo direto ao ponto, a ideia síntese do livro é que todas as sociedades modernas são iguais, uma vez que foram forjadas pelas mesmas instituições – Estado burocrático e mercado capitalista. Assim, sociedades de países como, Japão, EUA, Alemanha, França, Inglaterra, ou mesmo, Paraguai, Brasil, Argentina, México, Guatemala, etc; são, modernamente falando, idênticas.

Mas como provar que essas sociedades são iguais?

Uma forma (creio eu) seria acompanhar o desenvolvimento dos filhos das famílias mais ricas e mais pobres em todos esses países, citados como exemplo.

Após um bom período de acompanhamento, uns trinta ou quarenta anos, supõe-se que em todos os países haveria uma correlação positiva (estatisticamente significativa) entre a riqueza das famílias e a “qualidade de vida” dos filhos quando adultos. Confirmada essa hipótese, seria possível afirmar que, sob esse aspecto, todas as sociedades modernas são iguais. Ou seja, todas são reprodutoras de desigualdades socioeconômicas.